terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

Real Natura - Apaixonada pelo condicionador de Óleo de Macadamia

Desde que me estragaram o cabelo, nenhum produto capilar parecia fazer o que prometia no rótulo.
E eu pensava que tal se devia ao estado critico do meu cabelo.
Só que não.
Andava a usar produtos reparadores, que de reparação tinham pouco.

Recentemente, através de um blog, cheguei a um 'shampoo' e a uma marca, que até à data nunca tinha experimentado – a Real Natura.
Aviso já, que este post (e todos até à data) não tem qualquer tipo de patrocínio, é a minha mais sincera opinião !
Fiquei de facto rendida, que posso fazer?! Partilhar, claro!
Ora, voltando ao relato, a Joana, estava de passagem no metro de sete rios, reparou numa loja de produtos capilares e decidiu aproveitar para adquirir o shampoo, que tinha lido tantas criticas positivas - Crina, da Real Natura.
Para meu azar não havia.
E depois de 15 minutos a tentar escolher outro da mesma marca, decidi-me por um para cabelos sensibilizados e agredidos por químicos - o de Óleo de Macadamia.
Depois do trabalho, fui para casa toda ansiosa para testar o novo 'shampoo',e, já no banho, tenho a primeira surpresa!
Percebi que tinha trazido, por engano, o condicionador, em vez do shampoo.
Porreiro, sou tão parva, valha-me Deus!
 - pensei.
Tive de usar os restos do shampoo que ainda tinha no duche (uma porcaria) da marca Pura - ainda vos falarei (mal) dele noutro post.
E finalizei com o meu novo condicionador.
E só vos posso dizer, que estou rendida, desde então.
Desde essa utilização, que senti o cabelo hidratado, logo no banho
Claro que o meu cabelo continua destruído, mas este condicionador tem-me salvado.
Agora até dá gosto tocar-lhe, porque está super macio.
Ainda há um longo caminho a percorrer, nomeadamente tenho de esperar que ele cresça, ir cortando, deixar de pintar, e evitar fazer mais alisamentos (que sou fã).
Ainda vai demorar uns 2 anos, não tenho ilusões.
Mas estou muito esperançosa com este novo conhecimento.
Claro será dizer que, assim que terminar o shampoo da Novex 'Pra bombar' (sim, porque estou empenhada em limpar o meu stock de produtos abertos, que la tenho em casa) irei adquirir o shampoo e vários outros produtos da Real Natura, só ainda não decidi a linha.
Quero experimentar um shampoo, condicionador, máscara e gotas.
Os preços são razoáveis, e a quantidade também. O melhor? O shampoo é sem sal!

Depois conto-vos, quando comprar <3
 

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

Da «Fit inspiration» à «Fit mania» - O perigo da alimentação da moda

Passado o meu primeiro ano de trabalho como advogada estagiária, percebi que o facto de passar tantas horas sentadas (e de almoçar uma porcaria qualquer em frente ao computador) me está a tornar um caso de barriga inchada.
Faço exercício entre 5 a 6 vezes por semana, no mínimo 45 minutos, bebo água, e, na maior parte das vezes, alimento-me de forma equilibrada (mas sem os exageros da moda, perdoem-me a franqueza).
Contudo… a porra da barriga não desincha! E agora?!
Bombardeada, diariamente, com fotos de barrigas estupidamente lisas ou projetos de as alcançar (sim, porque já não dá para ir ao Instagram ou Pinterest sem te sentires uma baleia, embora só tenhas 55kg e 1,68m) isso fez-me repensar o meu corpo e a minha atitude face a muita coisa.
E, depois de muito ponderar se não estava a ser exagerada, considero um perfeito disparate que, aquilo que começou com a moda de “ir correr”, tenha evoluído para uma onda de “novos reeducados alimentarmente” (tipo os ‘novos cristãos’), sem qualquer pingo de racionalidade.
Ponto prévio: cada um faz o que quer da sua vida, é certo.
Mas o que temos atualmente, é uma busca desenfreada e desmedida por um corpo híper tonificado.
Já não é uma questão de adotar uma estilo de vida saudável, já não é disso que se trata.
Os antigos magros são os novos gordos. E porquê?
Porque “todos nós agora queremos” ser altamente tonificados/lisos/secos/sarados/raio que os parta, sob a pretensão de adotar uma vida ‘fit’.
Vejam com atenção a publicidade de uma série de grupos: ginásios, nutricionistas (alguns aka blogers), lojas da especialidade, produtos, novos alimentos, suplementos, medicamentos, roupa, tudo.
As pessoas só sabem falar (e publicar) sobre alimentação: já não há quem vos ature, desculpem!
Se eu quero resolver a minha barriga inchada? Quero, claro, mas naturalmente, leia-se, sem prescindir de uma alimentação com hidratos de carbono, vegetais, fruta carne, peixe, e até doces ou sumos (crucifiquem-me!). 
Aliada a exercício regular e correção da postura corporal.
Para tudo na vida, a resposta está no meio termo, no equilíbrio.
Não sou nutricionista, nem tenho pretensões de o ser.
Eu só gostava de não viver numa sociedade, onde até os hábitos alimentares são uma questão de moda.
Irrita-me que esta súbita vontade de ser saudável (encapotada de estar bué ‘in’) não se aplique ao tabagismo, álcool e droga. 
Essas fotos as pessoas não postam nas redes sociais. 
Temos o ginásio à pinha de pessoas, mas no fim vêm cá para fora fumar. 
Não é ser saudável o objetivo (convençam-se) é ser-se fit, porque está bué na moda!
E o problema principal? Estamos a promover uma imagem irreal do corpo!
Aquelas fotos são, na maioria das vezes, de culturistas (rapazes ou raparigas).
Uma barriga daquelas só é alcançada se se privarem de comer.
Leiam textos de culturistas e outro tipo de eventos do género, aquando da participação em competições, e percebam o sacrifício para obter aquela definição abdominal

Qual a moda que se segue? Eu aposto que vai ser o vegetarianismo (com toda a força)!

Não belisquem a vossa autoestima por estereótipos utópicos.


As mulheres de outros anos e outros séculos (algumas hoje consideradas verdadeiros abortos) e culturas cometeram o mesmo erro.

Vais adaptar o teu corpo a cada moda?! <3

quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

Cabeleireira Profissional de Confiança Precisa-se!


Já alguma vez estragaram irremediavelmente o vosso cabelo?

Tiveram de cortar pelos ombros (e thank God está bem ‘in’) porque não aguentavam ver-se com aquele cabelo tipo palha ao espelho?
Pois bem, a Joana teve um 2015 de experiências estéticas aterradoras irrepetíveis, e o cabelo não foi exceção.
Como se não bastasse ter estragado as unhas, ter-me queimado com a depilação a laser, a Joana ainda fritou o cabelo todo com uma tentativa falhada de californianas subidas ou ombré.

Isto porque, pelo Verão lá-me resolvi sucumbir à moda das californianas, e após uma tentativa subtil, que resultou bem, decidiu mandar-se de cabeça para um ombré marcado e subido.

Onde é que estava o meu anjo da guarda nesse dia? Devia estar bêbado ou de ressaca, o filho da mãe (LOL).
Após ter decidido fazer um ombré asério, o meu irmão convidou-me para ir à Escola Europeia de Estética, em Alcântara (Lisboa) onde decorria um curso de cabeleireiro, na qual estava inscrito o meu irmão e uma amiga, para que a FORMADORA me fizesse um ombré durante uma aula.
E lá foi a Joana. A formadora mostrou-me fotos e vídeos de trabalhos anteriores feitos pelos alunos, mas eu ia ser a demonstração da FORMADORA aos seus próprios alunos…
E sabem que mais? Antes tivessem sido os alunos a fazer-me o ombré.
Ela ao misturar o descolorante, foi interrompida por uma aluna que reparou que a quantidade não estava proporcionalmente correta, mas a Formadora fundamentou a sua decisão e ainda olhou com cara feia para a dita aluna.
E 7 minutos, foi o necessário para o meu cabelo passar de um castanho escuro (tipo 4) para branco.
Comecei a sentir a cabeça a ficar quente e avisei a Formadora, ao que ela me respondeu que era impressão minha porque sendo o meu cabelo virgem ia demorar muito “a abrir”.

Dois minutos depois, começo a sentir vapor ou fumo a sair da prata. Chamei o meu irmão, e, quando este levantou a prata, o meu cabelo já estava branco. BRANCO!

A Formadora mandou-me logo para o lavatório de lavagem, e todos na sala ficámos em silencio a observar o sucedido.
Os alunos todos à volta do lavatório a olharem assustados, a aprender o "Como não Fazer um Ombré", ao vivo e a cores.
Pintou-me o cabelo de seguida, mas já era tarde: tinha o cabelo todo acabado com aquela brincadeira.

É claro que não reclamei, porque o meu irmão era formando dela e na avaliação iria sair prejudicado. 

É claro, que sendo eu advogada queria socorrer-me de todas as possibilidades (ainda que poucas quando comparadas com outro tipo de responsabilidades profissionais) que me assistiam. 
Mas não o fiz. 
Eu sei que não paguei pelo serviço, mas isso não lhe legitima a prejudicar-me impunemente. 
Eu sei que aceitei fazer o ombré numa escola, mas ela é uma profissional (e não uma formanda), significa isso que tem deveres e responsabilidades, ali ou no salão dela. 
E também sei que, não fui obrigada a ir ali, fui eu que aceitei um convite e fui, mas eu não consenti que ela me estragasse o cabelo, até porque não fui informada que era nessa possibilidade que estava a consentir. 
No fim, e nos dias subsequentes, em que o meu irmão se sentiu profundamente arrependido e culpado de ter sugerido à Formadora que fosse eu a demonstração, ela alegou que EU é que devia saber que o meu cabelo “abre depressa”.
Sim, EU, que nunca pintei/descolorei o meu cabelo, é que devia, no fundo adivinhar, que o meu cabelo “abre depressa”.
Não ela, profissional e formadora. 
É que se eu soubesse pintar/descolorar, não estaria ali, faria em casa. E não são os clientes que têm de garantir os resultados.
Ainda para mais quando a tinha alertado para o facto de estar a sentir a cabeça a ficar quente.

Resultado: tive de cortar o cabelo pelos ombros, pintar várias vezes de castanho escuro, porque o cabelo 'cospe' toda a tinta e fica amarelado/cinzento/sei lá o quê.

P.S. – O meu irmão foi proposto mais cedo que os outros colegas a exame final, e passou (aka, livraram-se o mais rápido dele).

P.S. 1 – Da turma do meu irmão mais ninguém quis levar cobaias, passaram a praticar só em cabeças artificiais, pois ficaram chocados com o sucedido e com a maneira como ela ‘resolveu’ a questão (…)

E, é isto que temos. 
Como voltar a confiar num cabeleireiro depois disto?
É que desde os cortes exagerados (a 'régua' deles tende a ser diferente do resto das pessoas) a experiências destas, eu NUNCA encontrei um cabeleireiro que eu dissesse: 
- só confio no meu cabeleireiro;
- só entrego o meu cabelo nas mãos do meu cabeleireiro;
- sei que não me vou arrepender; 
- deixo que ele sugira e que faça o que quiser; ou,
- não o troco o meu cabeleireiro por nada.

Se já encontraste essa pessoa, conta-me, preciso de restaurar a fé nesta espécie! <3