quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

Mantém-te natural: usa verniz!

Boas tardes <3
Como prometido no post anterior, trago-vos uma foto das minhas unhas, tirada hoje de manhã, depois de 7 meses de descanso.

Contudo, acho que ainda tenho uns milímetros de unha com resíduos de gel/gelinho, na pontinha. Mas mais uma cortadela e desaparecem, ahaha. 
Bem, a sensação é ótima não posso negar.
Unhas fortes, que não se dobram para trás, com uma cor (finalmente) saudável, e o sabugo já não está inchado ou sensível ao toque.


Durante o processo de descanso fui utilizando a base endurecedora “Casco de Cavalo”, tanto a antiga como a nova - com uma fórmula diferente (e embalagem amarela, em vez de azul), comprei-a na expocósmetica.
Hiper recomendo o Casco de Cavalo, foi um super aliado depois de anos a fazer gel e gelinho, e, sobretudo, após ter passado por manicures muito pouco profissionais (post anterior).


Paralelamente, venho apresentar-vos a minha resposta à tentação em voltar a fazer gel ou gelinho - porque convenhamos, é um luxo andar sempre com as unhacas arranjadas, façam o que fizerem (limpezas, banhos, etc.), e o gel e o gelinho permitem umas unhas perfeitas por 15 dias, no mínimo.

Usei este verniz transparente da Kiko (só diz Nail Lacquer) com o «Espresso Your Style» da OPI, e o resultado foi: unhas perfeitas por 5 dias, a partir daquela data começou a lascar. 




Não é uma maravilha de descoberta, mas os que tinha usado até hoje, a partir do segundo dia já estavam a lascar.
Sem dúvida, que quero mesmo muito deixar de fazer gel ou gelinho, e, para tal, abre-se aqui oficialmente a caça ao toap coat e verniz que dure mais tempo nas uhas.













Para já vou usar isoladamente o da Kiko e o da OPI, para perceber qual deles resultou tão bem, depois digo-vos.
Também ouvi falar de um top coat da Essence (Better than gel nails), da Essie (Good to Go) e um da MAC, tenho de averiguar.







Se souberem de um verniz ou toap coat, que resulte bem, digam-me nos comentários, porque afinal saber qual é o melhor verniz, é um dos assuntos por resolver de todas as mulheres ahaha <3


sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

Regra: não fazer unhas de gel ou gelinho!

Vamos falar dos perigos de fazer as unhas, hoje em dia!

Fiz unhas de gel desde os 15, e gelinho desde os 18, tendo pontualmente regressado ao gel.

Há quase dois anos, por motivos pessoais, ficava-me a 40km de distância os dois sítios onde fazia as minhas unhas.

Regressada definitivamente a Lisboa, durante meses fui experimentando diferentes profissionais de unhas, mas nenhuma delas me ‘convencia’.
Durante essas tentativas, senti que as minhas unhas enfraqueceram brutalmente, sendo que a melhor comparação para aquela fase, era a espessura de folhas de papel. Até já me doía a cabeça dos dedos.
Fazer unhas era já uma necessidade, pois sem o gelinho ou o gel, as minhas unhas dobravam para trás. Além de doloroso era muito feio de ver.
Numa última tentativa, fui a um salão na Damaia, que de todos os sítios era onde tinha encontrado a melhorzinha de todas.

Problema?! Tinha ido embora. O que é compreensível (percebi depois), visto que deve ter arranjado um sítio melhor que aquele.
Tinha marcado manicure, e quando lá chego dou de caras com uma senhora de meia idade, que “ainda estava a aprender”.

Fiquei aborrecida com o sucedido, pois deviam ter-me avisado aquando da minha marcação que seria uma manicure nova, e não aquela com quem eu supostamente queria agendar.
Resolvi pôr no bolso os argumentos sobre ética na profissão, e sentei-me.

Durante o processo percebi, que não tinha cores nenhumas nem instrumentos, porque “ainda estava a começar”. Pareceu-me tudo muito rudimentar e pouco higiénico, tudo dentro de estojos de escola, sem ar de ter sido desinfetado, mas reprimi o meu lado mesquinho e ignorei: PIOR ERRO!

A senhora demorou 3:20h a fazer-me as unhas, já não tinha posição para estar sentada. Aliás, não sabia ser possível demorar tanto para colocar gel de uma cor só.
Resultado?! Unhas da grossura de um bife, com altos e baixos.

No fim, ela ainda me disse “Quero muito que voltes, pois não foi o meu melhor trabalho, e, por isso, vou cobrar-te menos 5€”. Eu, completamente fula, pensei “devias era pagar-me pra me fazeres esta porcaria”. Paguei e nunca mais lá pus os pés.
Passados dois dias caiu-me por inteiro uma unha, menos mal comparado com o que descobri na noite de Santo António (três semanas depois).

Estava a festejar, como manda a tradição, e naqueles encontrões parto uma unha.

Até aqui nada estaria mal, se não tivesse levantado a unha em questão e descoberto uma mancha nojenta de fungos debaixo dela.
Levei um murro no estômago! Será que as outras também estariam assim?!
Fiquei apavorada. Claro que podia ter ido lá exigir mundos e fundos, ou não fosse eu de direito, mas preferi aprender a lição!

Como sabem, a noite de Santo António é à sexta-feira, pelo que dificilmente encontraria quem me arrancasse as unhas durante o fim-de-semana, sem marcação. Arrancá-las eu, estava fora de questão, visto que estavam tão, mas tão finas e dobráveis, que ainda ficava com o sabugo exposto.
Uma amiga, que estava no arraial estava a aprender e lá me tirou as unhas durante o domingo, e, felizmente, só tinha duas infetadas (as duas da imagem). Quase chorei de dor a retirar o gel, elas estavam tão sensíveis e fininhas, que acabei por ficar com algumas partes ainda com gel.
O porquê a infeção fúngica? Porque a senhora não isolou bem a unha: porque não sabe, porque anda a praticar em clientes, etc. 
E não é a única!
Hoje em dia, toda a gente acha que pode fazer unhas, que basta um curso e já podem cobrar 20€ para fazer uns trocos. E não me refiro apenas aos salões de preços razoáveis, fui a espaços "caros" em que o resultado não compensou.
À semelhança de outro tipo de profissionais de estética (cabeleireiros e depiladoras), acho que há uma impunidade grotesca para as profissionais desta área. Devia haver mais certificação e fiscalização dos profissionais desta área, que por vezes, fazem trabalhos com consequências graves para a saúde e estética dos clientes.
Falo-vos disto ainda este mês.
Nesse dia, decidi fazer descanso às unhas (e, obviamente, tratamento fungico), até porque eu já não tinhas unhas, tinha uma pele que separava o sabugo do exterior.

 2 meses depois
No inicio custou muito, doíam-me as unhas e a cabeça dos dedos, tinha o sabugo inchado, as unhas estavam fracas, dobravam-se para trás, partiam até meio, estavam todas cortadas/partidas irregularmente, cheias de restos de gel e gelinho, aos altos e baixos. 

Depois, passados alguns uns meses (na foto a baixo tinham passado 3), começou-me a custar não andar com as unhas arranjadas, pois o gel e gelinho é impecável nesse aspeto. Embora hoje já pense de maneira diferente – fica para o próximo post.

3 meses depois
Atualmente, já passaram quase sete meses, e as minhas unhas ainda têm uns milímetros daquela época, mas estão saudáveis, bonitas, direitas, sem resíduos de gel/gelinho, e, sobretudo, rijas e fortes. Mostro-vos foto também no próximo post.

Se ainda penso em gel/gelinho?! Claro que, diariamente, sou confrontada com fotos lindíssimas de unhas de gel e gelinho, que me fazem repensar a minha decisão.
Contudo, continuo a pensar que há uma razão para mulheres ligadíssimas à moda, beleza e estética - que qualquer marca ou salão quereria patrociná-las – preferirem pintar as unhas com verniz, semanalmente.


Falo-vos sobre isso e sobre o verniz que dura 7 dias, no próximo post <3

quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

Festa de Passagem de Ano no Sunset Destination Hostel (Lisboa)

Bem, eu sei que já é dia 7, mas quero muito contar-vos a minha passagem de ano!

Por motivos pessoais, fiquei sem planos para a passagem, às 18h do dia 31.
Liguei a um amigo para me colar aos planos dele (sempre tão organizado e ponderado, sei que nunca desilude nas escolhas), e uma amiga dele tinha encontrado uma festa num terraço de um hostel, no centro de Lisboa. Porque não!? Aquela hora, passar sozinha em casa, parecia-me assustadoramente solitário. E eu nunca liguei muito a estas datas, onde as pessoas são compelidas a divertirem-se.
Posto isto, maquilhada, mas sem vestido e meias de vidro, porque seria ao ar livre, lá fui eu.
Fui a casa do meu avô jantar com ele, antes de seguir para o centro de Lisboa – e até o meu avo tinha planos para uma festa de passagem de ano com os amigos (GOD! Senti-me uma antissocial, mas enfim).
Chegada ao Cais do Sodré, saí do metro (levar carro só se tivesse perdido o tino) e o hostel era mesmo ali, na esquina da própria estação – Sunset Destination Hostel Lisboa!
Nunca tinha reparado naquela porta, nem nunca imaginei haver ali o hostel.
Subimos e descobrimos um ambiente decorado com um estilo super agradável, clean, jovial, descontraído, acolhedor, alternativo mas com muito bom senso.
A organização era composta por portugueses e estrangeiros, todos jovens.
O terraço era gigante, com uma pista de dança resguardada e outra ao ar livre, uma zona de poltronas junto à piscina com vista pró Tejo, e ao lado um terraço também muito espaçoso.

Gostei imenso da noite, ou não estaria aqui a escrever isto.
Por 15€ incluía 4 bebidas (incluindo champanhe), aperitivos e passas.
O ambiente porreiríssimo, todos jovens,  imensa gente interessante, a maioria estrangeiros mas com muito boa onda, e alguns tugas que fizeram logo questão de se juntar e trocar experiência profissionais (é o que temos, estamos a ficar adultos chatos ahaha).
O ponto alto? A vista para os vários sítios de fogo de artificio!

O único ponto baixo, considero que foi a música, mas compreendo que seja difícil agradar a várias nacionalidades.
Sunset Destination Hostel Lisboa aquela foi uma festa de final de ano aprovadíssima!
Para quem não tinha planos, acabei por me divertir mais do que se tivesse ficado pelos planos que tinha traçado inicialmente.
Combinamos que este ano o nosso ‘réveillon’ 
será no Porto, veremos!


Que 2016 seja como aquela noite: no fim, acaba por ser melhor!